O que é a Terapia Junguiana?
A análise junguiana objetiva o processo de autoconhecimento, possibilitando ao indivíduo um contato com a sua verdadeira essência de forma a perceber que ele é muito mais do que a soma das suas personas, ou seja, dos papéis que desempenha na vida. Ela também propicia o conhecimento da etiologia de suas mazelas para que ele possa aprender a lidar com os seus motivos e não simplesmente eliminar os sintomas.
Por tal profundidade, é um procedimento longo, uma vez que vai a busca do cerne e não é apenas um analgésico para os sintomas. Na maioria das vezes o processo analítico pode ser doloroso e suscitar muito sofrimento, além dos sentimentos mais variados na relação com o analista, que pode ir do amor ao ódio. Tudo isso muitas vezes faz com que o paciente considere esse método ineficaz e abandonem a análise precocemente antes de estar apto a assumir a responsabilidade pelo seu destino, ao invés de transferir para os outros como normalmente costumamos fazer.
Entretanto quando o paciente se permite ele pode ser plenamente gratificado pela conscientização de que é ele mesmo o grande artífice de sua própria vida e de que pode e deve seguir o curso da realização de sua alma. Os caminhos coletivos não lhes são mais atraentes; como caçador de si mesmo prefere o seu próprio caminho pois sabe o alto preço que sua alma pode pagar aos deuses e semi-deuses que se oferecem para ajudá-lo a transpor as estreitas pontes dos caudalosos rios da vida, conforme advertia Nietzsche.
A análise junguiana objetiva o processo de autoconhecimento, possibilitando ao indivíduo um contato com a sua verdadeira essência de forma a perceber que ele é muito mais do que a soma das suas personas, ou seja, dos papéis que desempenha na vida. Ela também propicia o conhecimento da etiologia de suas mazelas para que ele possa aprender a lidar com os seus motivos e não simplesmente eliminar os sintomas.
Por tal profundidade, é um procedimento longo, uma vez que vai a busca do cerne e não é apenas um analgésico para os sintomas. Na maioria das vezes o processo analítico pode ser doloroso e suscitar muito sofrimento, além dos sentimentos mais variados na relação com o analista, que pode ir do amor ao ódio. Tudo isso muitas vezes faz com que o paciente considere esse método ineficaz e abandonem a análise precocemente antes de estar apto a assumir a responsabilidade pelo seu destino, ao invés de transferir para os outros como normalmente costumamos fazer.
Entretanto quando o paciente se permite ele pode ser plenamente gratificado pela conscientização de que é ele mesmo o grande artífice de sua própria vida e de que pode e deve seguir o curso da realização de sua alma. Os caminhos coletivos não lhes são mais atraentes; como caçador de si mesmo prefere o seu próprio caminho pois sabe o alto preço que sua alma pode pagar aos deuses e semi-deuses que se oferecem para ajudá-lo a transpor as estreitas pontes dos caudalosos rios da vida, conforme advertia Nietzsche.
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